Cooking class Amrit: pratos veganos e proteicos

Essa semana, o Culinarismo trocou os salões dos restaurantes pela cozinha da Amrit, porque conhecer e valorizar os alimentos é útil para o dia a dia e para trazer os melhores roteiros ao blog. A Kelly Todescatto, além de nutri, é professora de yoga e estudiosa da medicina Ayurvédica. Suas aulas de culinária são um convite à reflexão sobre o poder dos alimentos na nossa vida. E não apenas sobre a comida, mas sobre a energia que alimenta nosso corpo.

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Levei a Joana comigo para um curso de leguminosas como opção proteica e vegana. É bem importante abrir espaço para as crianças na cozinha, permitindo que elas ajudem de acordo com suas habilidades e participem dessa alquimia que é transformar ingredientes em receitas. Aos seis anos, pelo menos lá em casa, a Joana já pode se envolver em todas as etapas que não envolvam facas.

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Na aula da Amrit, a pequena ajudante de Culinarismo colocou o dedinho em todas as receitas, incluindo essa delícia de sopa que teve a receita especialmente cedida pela Kelly para o Culinarismo. É ultrassimples e fica uma delícia.

Creme Vermelho de ervilha partida 

  • 1 xíc de ervilha partida
  • 1 beterraba média
  • 1 tomate
  • 1 cebola
  • ½ colher de chá de gengibre em pó
  • 1 folha de louro
  • Sal e pimenta a gosto

 

Modo de preparo:

Cortar em pedaços as hortaliças, em uma panela cozinhar todos os ingredientes por cerca de 30 minutos, retirar a folha de louro no final. Processar ou liquidificar.

 

Dica da nutri: o empratamento pode ser finalizado com algum óleo prensado a frio, para melhorar a biodisponibilidade de nutrientes solúveis em gorduras. 

 

A aula de leguminosas também teve outras delícias:

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Grão de bico à baiana

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Falafel

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Refogado de cogumelos

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E biscoitos de amendoim…. tudo sem glúten, sem lactose, sem ingredientes de origem animal.

A Amrit tem uma programação bem variada de oficinas e também o serviço de personal cooking para quem planeja uma reeducação alimentar completa: introdução de novos hábitos, planejamento familiar, bases culinárias e substituições.

Segue a Amrit no Facebook pra acompanhar a programação. Clique aqui!

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O menu Del Pomodoro adaptado a intolerantes e vegetarianos/veganos

A cozinha da nona italiana, que os restaurantes da Serra Gaúcha tão bem reproduzem, é aconchegante e farta, mas inacessível a uma parcela considerável de pessoas que convivem com a intolerância à lactose ou glúten, sem contar quem não come carne ou é totalmente vegano. O Restaurante Del Pomodoro pensou nisso e adaptou sua sequência tipicamente italiana para servir o máximo de opções possíveis aos clientes com restrições alimentares.

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A ideia é muito boa porque, em geral, essas pessoas acabavam sem chance de provar a maior parte dos pratos de uma sequência e a experiência delas acabava não sendo completa. Agora vejam comigo tudo o que o Del Pomodoro fez pra servir melhor clientes com diferentes necessidades. O restaurante fica junto à Casa do Tomate, nos Caminhos de Pedra, e o fio condutor do cardápio, como o nome entrega, é o bom e velho tomate – esse, sim, vai em praticamente tudo.

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Na abertura dos trabalhos, pra acompanhar a caponata, a pasta de tomate seco e o molho de bruschetta, a casa serve um pãozinho sem glúten nem lactose fornecido pela Domus, de Bento Gonçalves.

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A caprese clássica da casa aqui vem sem a muçarela de búfala.

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Depois começa aquela festa gastronômica e a mesa vai ficando cada vez mais cheia de pratos. A fortaia, aqui, é um omelete suculento – sem queijo e sem salame – pra atender vegetarianos e intolerantes a lactose. Veganos podem se fartar na polenta com molho de tomates.

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O arroz bem temperadinho é servido sem bacon, somente tomates e o açafrão que deixa seu perfume no ar. Pimenta a gosto.

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Essa, pra mim, é a especialidade da casa e o Del Pomodoro também acha que todo mundo deve provar. Originalmente, o tomate seria recheado com bacon, molho branco e espinafre, mas a casa fez diferentes adaptações pra poder servi-lo a todos os clientes.

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A massa sem glúten nem lactose, também da Domus, vem ao molho de tomates, sem queijo e sem carne. IMG_7267Minha melhor amiga é intolerante a glúten e lactose. Pensei nela em cada minuto desse almoço….primeiro, pela saudade, porque moramos longe uma da outra. Depois, porque fiquei imaginando ela farta e contente por ter podido comer tanta coisa. <3

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A sobremesa pode ser figos da casa em calda, mas eu não pude resistir ao arroz doce que vagenos e intolerantes à lactose não comeriam. É porque foi a sobremesa da minha infância <3

E assim foi. O preço do almoço adaptado é o mesmo para clientes habituais: R$ 45,00 a refeição completa (sem bebidas).

 

Ristorante Del Pomodoro

Nota no Google: 4,4 de 5,0

Nota no Foursquare: 8,5 de 10

Nota no Trip Advisor: 4,5 de 5

Caminhos de Pedra, distrito de São Pedro, Bento Gonçalves

Aberto diariamente, das 11h30min às 17h

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Ler sobre Paris faz parte da viagem <3

#comerecorreremParis

Em um mês, o Culinarismo embarca para uma aventura em Paris que vai se dividir entre restaurantes, festividades e quilômetros percorridos. Será uma dupla jornada. Vou especialmente para Festa da Gastronomia da França, que se realiza desde 2011 e nessa edição vai ter centenas de programações direcionadas ao tema “no coração do produto”. Ao mesmo tempo, vou correr minha primeira prova internacional: La Grande Classique Paris, da torre Eiffel até o palácio de Versailles.

A Cidade Luz é uma fonte de inspiração de onde bebem a gastronomia, o turismo, os artistas, os românticos e os entusiastas da história. Ler sobre Paris faz parte da magia da viagem, antes, durante e depois. Os livros me transportam pra lá num segundo, e num segundo me sinto a garçonete do Michaud, acomodando o galante Hemingway à mesa para seu almoço com Fitzgerald.

Separei alguns dos livros mais apaixonantes que já li sobre Paris e um título que ainda não li, mas que foi super-recomendado e vai na mala como companhia. Todos eles estão te esperando nas prateleiras da livraria Dom Quixote, em Bento Gonçalves, que está com um bazar bem legal até o dia 20 de agosto: tudo com 15% off e uma seleção enorme de livros por 15 pilas!

 

# Paris é uma festa, Ernest Hemingway

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Quando o nome do autor aparece na capa com mais destaque que o título do livro, estamos diante de alguém certamente notável. Hemingway é um autor obrigatório para os estudantes de jornalismo: são clássicos do romance-reportagem. Mas esse livro autobiográfico é diferente. Traz a intimidade suja do autor, as loucas festas da geração perdida em Paris, suas apostas nos cavalos e a infidelidade dele à esposa. Tudo isso emoldurado pela Paris dos anos 1920, numa narrativa que é, no mínimo, hipnotizante. No meio do livro, odiei Hemingway. Depois, o amei ainda mais.

 

# E foram todos para Paris, Sérgio Augusto

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Depois de ficar enlouquecido pelo detalhamento de Hemingway sobre seus anos em Paris, você possivelmente vai desejar percorrer os mesmos caminhos da geração perdida na Cidade Luz. Então esse livro do brasileiro Sérgio Augusto passa a ser uma leitura indispensável. Aqui, o autor lista os endereços frequentados por Hemingway, Fitzgerald, Picasso e outros: suas casas, os cafés e restaurantes prediletos, os bordéis. Tudo com fotos e mapas roteirizados pra quem realmente quer percorrer os passos desses grandes nomes da literatura e das artes no século 20.

 

# Paris para um e outros contos, Jojo Moyes

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Um graça de livro, pra devorar numa tarde de sábado, sem culpa e com a mente leve. Aqui, a autora do Best seller Como eu era antes de você traz uma coletânea de textos fluidos sobre amores passageiros, viagens e casamentos fracassados – mas calma, tudo com grande dose de leveza. O melhor deles, pra mim, realmente é o conto que dá título ao livro. Uma história divertida sobre uma moça insegura que decide aproveitar Paris sozinha depois de um bolo imperdoável do namorado pilantra que nunca chegou para encontrá-la no hotel.

 

# A livraria mágica de Paris, Nina George

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É um livro sobre aventuras e sobre como os livros têm o poder de nos curar. Uma narrativa delicada sobre um livreiro de Paris que tem um barco-livraria e que se amargura pela perda de sua amada. Acontecimentos mágicos o levam a desancorar das margens do Sena e partir com seu barco para uma aventura pelo interior da França. É um livro pra todo mundo que, assim como eu, acredita no poder que as histórias têm de mudar nossas vidas.

 

# Uma mulher livre, Danielle Steel

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Bem, desse eu não muito a falar, ainda não o li. Mas foi altamente recomendado e vai comigo na bagagem pra fazer companhia em Paris. O que eu sei sobre o livro é exatamente o que me atraiu a ele: embora seja ficcional, é uma história repleta de detalhes históricos e que se passa no contexto da Primeira Guerra Mundial. É a jornada de uma rica moça nova-iorquina que perde parte da família na tragédia do Titanic e, por força dessa e outra tragédia em sua vida, vai parar na Europa, onde ajuda os feridos do front.

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São Paulo: deslumbrada pelo despojado Tavares

Quando eu dou aquela suspirada e meus olhos brilham logo na porta de um restaurante, não tem explicação. Existem lugares de comida impecável, outros que me contagiam pela alegria dos anfitriões e aqueles que apaixonam pela filosofia que carregam – mas, assim, de impacto na chegada, não é sempre. Então cheguei ao Tavares cansada de um dia de trabalho e de cara o que se apresenta na entrada é o bar despojado e o barman atrás do balcão com uma coqueteleira dançando entre as mãos.

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O Tavares funciona num casarão dos anos 1950, todo reformado, mas sem perder a aura residencial. O ambiente é reflete isso, com toda aquela coleção de objetos cuidadosamente escolhidos pra compor a decoração, mas que parecem as lembranças de uma vida toda.

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Num jardim de inverno, logo à esquerda de quem chega, uma pequena sequência de mesinhas para dois emolduradas pelo grande letreiro que celebra o amor.

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Mais adiante, o salão principal do Tavares se abre no grande quintal onde tudo acontece – ao ar livre, vista para as estrelas, mas com uma cobertura retrátil para dias não tão amenos. Dali se pode ver a cozinha e o chef trabalhando, o forno de barro para dias de pizza, um piano esperando pelo musicista e uma imponente estante de recheada de livros.

O menu é descomplicado, aconchegante e representa bem o que podemos chamar de comida brasileira. As opções são poucas, o que particularmente me agrada porque sempre reforça a impressão de comida fresca. A casa tem sempre um prato do dia para o almoço com preço girando entre R$ 30,00.

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Nesse dia estive para jantar e acabei provando um pouco de tudo. De suspirar os bolinhos de arroz, servidos com pimenta da forte. Memórias da infância voltaram nesse exato instante.

É tão bom que deixo pra vocês a receita exclusiva do bolinho do Tavares, que, de fato, é diferente daquele que minha mãe fazia pra não jogar arroz fora.

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Esse prato. Tão deliciosamente despretensioso. Peixe amarelo, legumes e salada – o palmito delicioso, os aspargos no seu melhor ponto.

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E a sobremesa amiguinhos: cama de goiabada, sorvete de tapioca, queijo canastra. Era tipo um cheesecake desconstruído, só que melhor.

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Ah, teve o gim tônica pra fechar o espetáculo com cortinas de veludo. Essa versão famosa do Tavares é aromatizada com gengibre, mel e tangerina (que, definitivamente, não era bergamota, então vou chamar como eles apresentaram). Essas bolinhas de zimbro, que são a plantinha de onde sai o maravilhoso gim, era só de enfeite. O garçom me avisou imediatamente depois de eu comer duas delas.

Com isso, encerro esse post. Visite o Tavares. Não coma as bolinhas de Zimbro (risos e mais risos)!

 

Tavares

Nota no Google: 4,4 de 5,0

Nota no Foursquare: 9,1 de 10

Nota no Trip Advisor: 4,5 de 5

Rua da Consolação, 3212, Jardim Paulista, São Paulo

Aberto diariamente: de segunda a sexta, das 11:30 a 0:00; sábados, das 10:00 a 1:00; domingos, das 10:00 às 17:00

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São Paulo: o melhor do Mercadão e uma armadilha pra fugir

No meio do caos, na Cantareira, na gente apressada e motos buzinantes é que se conhece a São Paulo real. Saltei do Uber e o sol brilhava alto quando pus os olhos no Mercadão. Lá se vão 84 anos desse ícone do cotidiano paulista que, em fato, é passagem obrigatória pra qualquer turista. Entrei pelo imponente acesso principal e, mal a rua estava nas minhas costas, me veio a primeira oferta tentadora do primeiro vendedor de frutas. Recusei – em inglês, pra ver se me deixavam em paz, mas eles estão treinados nisso também (risos).

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Há que se encantar com a riqueza arquitetônica do prédio, suas abóbadas e colunas. O mercadão foi inaugurado em 1933 e tinha a intenção de consolidar a imagem de São Paulo como Metrópole do Café. Os vitrais são uma atração extra. Aprecie as cenas retratadas e o efeito do sol sobre eles. É lindo.

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Meu irmão, a quem fui encontrar, me esperava lá adiante, no outro extremo do Mercadão. Até finalmente apertar o guri de saudades, flanei por entre as frutas, as carnes e os peixes, numa sobreposição de aromas que terminou num salivante cheirinho de pastel frito na hora para o cliente. A confusão babilônica que acontece ali é realmente empolgante. Meio segundo de distração e me vi novamente enredada num vendedor de frutas. Ninguém está imune.

Não caia na armadilha dos vendedores. Eles são agentes altamente treinados em te seduzir pelo paladar…eles vão te presentear com sabores maravilhosos, mas você nunca saberá o preço de nada. Em 15 minutos, eles podem facilmente te convencer a comprar 400 reais em frutas. Acredite em mim: já passei exatamente por isso e contei tudo nesse post!

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O que comer é uma decisão difícil no Mercadão, mas pra fugir do burburinho, depois de explorar um pouco as bancas do piso térreo, eu prefiro sentar com calma no mezanino, onde há grandes ícones da gastronomia paulista, como o Hocca Bar, “O Famoso”. Pegar fila é quase certo, mas se você tiver um pouquinho de paciência, não aceite a oferta dos outros restaurantes que te abordarem.

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Estando acomodado, você não pode escapar de dois clássicos da casa: o bolinho de bacalhau, que dessa vez troquei por um pastel.

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…e o inigualável, incomparável, excepcional sanduíche de mortadela. É obrigatório, até pra alguém como eu, que não gosta de mortadela.

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Se for impossível pra você, peça um hambúrguer que também não tem erro. Ele era realmente uma delícia e, sim, eu comi, embora fosse do meu irmão. Carne molhadinha, sal no ponto, queijo de qualidade. Não provei as fritas porque fritas eu como em casa (risos).

Um garçom espertalhão vai tentar te empurrar cada vez mais chopp. Antes do seu copo estar vazio, ele vai trazer outro e colocar na sua frente. Se encostou na mesa, tem que pagar. Cuidado com essa armadilha! E mais uma coisa: não peça sobremesa no Hocca. Você tem todo o Mercadão pra explorar.

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Volte pro térreo e aproveite os morangos…mas cuidado com os vendedores de frutas….olha o flagrante ali. Tem dois deles cooptando pessoas inocentes (risos) !!!!

 

Mercado Municipal Paulistano (Mercadão)
Rua Cantareira, 306, Centro, São Paulo.
Aberto de segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingos e feriados, das 6h às 16h
Face do Hocca: clique aqui!

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Bento Gonçalves: um guia completo de sushis

Pela segunda vez, promovi aqui em casa uma divertida degustação comparativa às cegas. Depois do ranking dos xis de Bento Gonçalves, agora avaliamos os principais restaurantes de sushi. Em cada um deles, pedimos os quatro clássicos dessa culinária, garantindo uma avaliação bem linear, porque provamos os mesmos tipos de sushis em cinco lugares. Provamos também uma especialidade de cada, deixando livre para casa restaurante enviar uma sugestão entre suas peças mais pedidas.

Sobre as regras ::::: Essa foi uma degustação às cegas. Os convidados só souberam a procedência de cada sushi no final da noite. Numa planilha, seis pessoas deram notas de 5 a 10 para a apresentação e + as cinco peças pedidas em cada lugar: sashimi, niguiri, hossomaki, uramaki e a especialidade da casa. A degustação foi sequencial. Ou seja, provamos todos os sashimis e pontuamos, para só então seguir para os niguiris, e assim sucessivamente.

Pra esse evento degustativo, o Culinarismo buscou referências da melhor qualidade com o dono do Umai-Yoo, que não entra nesse ranking porque fica em Caxias e cuja qualidade da gastronomia oriental ninguém discute. Foram dicas valiosas que nos ajudaram a melhor degustar. Além do padrão e espessura dos cortes, que faz muita diferença na apresentação e sabor do sushi, tivemos um cuidado na avaliação do arroz, atentando para o sabor (não pode ser muito doce), a textura (tem que ser levemente “passado” mesmo) e a acidez (tem que estar presente, mas bem levemente).

Inclusive, descobrimos que o sushi pode ser feito com arroz de grãos curtos ou longos. Isso é parte da assinatura de cada restaurante. Também apontamos os restaurantes que enviaram gengibre, wasabi e shoyu. Enfim, seguimos esses critérios e outras dicas específicas que divido com vocês:

 

# O sashimi: deve seguir um padrão, principalmente de espessura.

 

# O niguiri: arroz com uma fatia de salmão por cima. O ponto do arroz e o aperto no preparo é o que evitam que a peça quebre ao pegar. O ideal de tamanho é o tamanho da boca. Uma peça muito grande se torna difícil de comer.

 

# O hossomaki (arroz por dentro, alga por fora):  é difícil manter a crocância da alga, principalmente em serviços de delivery, em que o cliente vai comer as peças bem depois do preparo. Mas a alga não pode estar muito mole ou muito úmida.

 

# O uramaki (alga por dentro, arroz por fora): o Filadélfia é o tipo mais comum, mas é nesse tipo de sushi que os restaurantes acrescentam outros peixes e ingredientes por cima, como abacate, molho de pimenta, geleias, etc, criando sabores além do convencional.

 

# Especialidade da casa: aqui a coisa variou bastante – inclusive um dos restaurantes mandou um temaki como especialidade. Avaliamos a criatividade, a execução e a apresentação.

 

Isso não é um ranking, ninguém aqui se coloca como avaliador profissional de sushis (risos), mas precisamos concordar que nenhum restaurante é o salão do Master Chef, onde os candidatos são avaliados por experts do ramo. Restaurantes fazem comida para clientes – consumidores padrão como nós. Dito isso, espero que você se divirta na leitura como nós nos divertimos na missão!

ATENÇÃO: locais por ORDEM ALFABÉTICA. As placas se referem apenas à ordem de degustação!

# Armazém do Peixe 

Pra pedir, clique aqui!

Pontuação média: 9,1 

Especialidade enviada: foram enviadas várias especialidades, então cada degustador provou uma delas. 

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Comentários da degustação:

Um dos degustadores apontou essa como a apresentação mais elegante e delicada, com uma boa aparência das peças. Foi o único que veio com saladinha de pepino, gengibre e wasabi. As peças tinham bom tamanho, o hossomaki veio com creamcheese, mas o niguiri poderia ter mais sabor. 

 

# Bento Sushi Delivery

Pra pedir, clique aqui

Pontuação média: 8,4

 Especialidade enviada: temaki Filadélfia DSC_3963

Comentários da degustação: o sashimi desse lugar foi considerado o melhor e o único com todas as peças seguindo perfeitamente um padrão de corte. Elogiou-se a espessura e o adicional de gergelim. Entretanto, tivemos um problema de arroz cru aqui, o que, de fato, foi apontado por todos os seis degustadores.

 

# Katsu

Pra pedir, clique aqui

Pontuação média: 8,4 

Especialidade enviada: uramaki maçaricado de salmão com geleia de pimenta DSC_3964

Comentários da degustação: A consistência do arroz foi considerada ótima, nesse lugar tivemos um excelente niguiri. A apresentação ficou comprometida pela especialidade, que, embora tivesse um bom sabor apimentado, não estava crua nem completamente maçaricado, deixando a peça com aspecto ruim. Foi um dos poucos que enviou shoyu.

 

# Sushi Mania

Pra pedir, clique aqui!

Pontuação média: 8,0 

Especialidade enviada: uramakis com lula defumada e camarão 

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Comentários da degustação: Os degustadores acharam os niguiris, hossomakis e uramakis um pouco grandes. O salmão tinha ótima aparência, o que elevou a pontuação. Uma pessoa elogiou o arroz com gergelim. Além do Katsu, foi o único que enviou shoyu.

 

# Yoko Oriental Lounge

Pra pedir, clique aqui!

Pontuação média: 8,5 

Especialidade enviada: diferentes uramakis com salmão flambado, cream cheese e crispy de alho 

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Comentários da degustação: os niguiris estavam bastante grandes, dificultando comê-los por inteiro. Os hossomakis, ao contrário, estavam bastante pequenos. A pontuação que pesou foi o sabor. O tal do crispy fez muito sucesso!

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Bento Gonçalves: tele-entregas de almoços caseiros e saudáveis

–> ATUALIZADO EM 28 DE JULHO DE 2017

Não tem desculpa pra pular o almoço ou enfiar o pé na jaca trocando a comida pelo xis bacon (embora isso seja bem prazeroso de vez em quando). Sem tempo, sem disposição pra cozinhar e sem marmita no trabalho, decidi aderir a uma tele-entrega de almoço: comida de verdade, com sabor de feito em casa e ingredientes naturais.

Provei quatro diferentes fornecedores desse tipo e te conto que existe uma dose grande de ideologia por trás de cada marmita que chegou lá em casa. Em comum, os negócios priorizam a comida de verdade e têm cardápios que trazem um prato pra cada dia da semana. Fora isso, são propostas diferentes, cada qual com seu ponto forte. Vejamos:

 

Bistrô Gastronomia Inteligente

Quando atende: segunda a sábado, das 8:00 às 14:00

Como pedir: fone/whatsapp: (54) 99136-1550 Facebook: clique aqui!

Quanto custa: 16,00 o prato do dia

 

A comida feita à mão, saborosa e bem elaborada do Bistrô – Gastronomia Inteligente chega quentinha e com o mimo de um docinho pro final (porque ninguém é de ferro). A cada dia da semana, um jeitinho instigante de conquistar a clientela: Segunda Leve, Terça Gostosa e por aí vai. A proposta aqui não é ser light, mas oferecer um almoço balanceado pra quem não tem tempo de cozinhar ou não sabe. E realmente, o preço é de surpreender diante de opções como filé ou frango à parmegiana.

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O que eu provei: penne com filezinhos e molho de mostarda, aipim fritinho e uma salada ótima de cenoura com ovos que eu já reproduzi diversas vezes depois disso.

 

Levit Alimentos

Quando atende: segunda a sexta, das 9h às 12h

Como pedir: fone/whatsapp: 54 99967-8543 | Facebook: clique aqui!

Quanto custa: R$ 17,00 o prato do dia

A ideia surgiu quando não existia nenhuma opção de delivery saudável na cidade. Eles não vendem dietas, mas opções de pratos que se encaixam muito bem na vida de que está passando por restrições alimentares ou só está pensando numa comidinha leve. São cinco combos fixos no cardápio, duas opções de saladas e o prato do dia. Os alimentos são preparados com baixíssimo teor de gordura (verdade, meu frango veio sem pele), pouco sal (verdade também) e nenhum condimento artificial. A embalagem é livre de bisfenol.

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O que eu provei: sobrecoxa assada sem pele e temperada somente com sal, abobrinha grelhada e salada de batata doce com azeitonas e creme de leite sem lactose. Acompanha salada verde com cenoura. Achei saboroso. No começo parecia pouco, mas você nunca deve cair na armadilha de comer na embalagem. Comida tem que ser no prato, e quando me servi a quantidade realmente se tornou bem substanciosa.

 

Novo Sabor Delivery

Quando atende: segunda a sexta, das 8:30 às 13:00

Como pedir: fone/whatsapp: 54 99704 2727 | Facebook: clique aqui!

Quanto custa: R$ 12,00 o prato do dia para uma pessoa. Ou R$ 15,00 para duas.

A pega aqui é comida caseira, caseiríssima, sem custo de tele-entrega no centro e nos bairros Botafogo, Cidade Alta e Planalto. Todo dia, a empresa envia o cardápio do dia pra quem está cadastrado e, dentro do menu do dia, o cliente monta o almoço como preferir. Já são dois anos alimentando um grande pessoal e muita gente pede no trabalho. Os pratos mais pedidos são panquecas, lasanha, bife à parmegiana, frango assado e maionese de batata. Viu? Tudo bem ao estilo da mamãe.

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O que eu provei: o Novo Sabor prometeu uma marmita bem servida e eu fiquei chocada com o que veio. Foram duas belas embalagens de arroz com picadinho de carne e feijão. Mais a salada fresca e umas batatinhas doces fritas. E essa é a quantidade pra uma pessoa. Comemos eu, a ajudante de Culinarismo e sobrou pro jantar. Que boa pedida!!!

 

Nutrittiva Refeições

Quando atende: segunda a sexta, das 8h às 17h

Como pedir: fone/whatsapp: 54 99156 4896 ou 54 3055 2363 | Facebook: clique aqui!

Quanto custa: R$ 15,00 o prato do dia

 

Praticidade é a proposta da Nutrittiva, além, é claro, de um cardápio cuidadosamente elaborado, porque as opções desse delivery são sem glúten e sem lactose. A base do menu são carboidratos complexos, proteínas como a tilápia, por ser um peixe com menor contaminação de mercúrio, além de variados legumes e saladas. Condimentos funcionais fazem parte das receitas (verdade, meu purê de batata doce tinha um delicioso fundinho de gengibre). A embalagem da Nutrittiva também é uma graça, toda personalidade, livre de bisfenol e com divisões internas (acredite: isso pra mim é importante. Eu tenho certo incômodo com as comidas misturadas).

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O que eu provei: filé de tilápia com ervilhas e pimenta biquinho, cenouras tostadas e purê de batata doce com gengibre. Acompanha salada verde. Elogiável composição de cores e nutrientes. Visualmente é um convite ao comer saudável.

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Menu de novidades Tabacaria Benvenuto

Já se passaram três anos desde que a Tabacaria Benvenuto abriu as portas da pequena garagem em Garibaldi (relembre aqui!). Um balcão, três mesinhas e os quadros de família emoldurados em azul. Tudo muito pequeno, mas autêntico até o último gole de vinho. Algumas coisas mudaram nesses três anos: mais espaço com um novo salão e, agora, um menu novinho em folha. Outras serão como sempre foram. Meu lugar cativo continua sendo o balcão e o limoncello da casa tem o mesmíssimo sabor de feito em casa.

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Dia desses me convidaram pra provar alguns dos novos pratos que entram no menu em agosto. Duvido você não desejar o mesmo.

 

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Uma das novidades pra quem não pode/não quer passar da conta no jantar é a salada de folhas com um belo brie ao forno e cogumelos da estação: R$ 35,00.

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Acompanhei com uma pink limonade rosa que eu simplesmente amei (sem álcool). Com limão siciliano do pomar da Tabacaria e uma pitada de suco de cranberry R$ 10,00.

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Há que se tirar o chapéu pra nova tábua da casa, espetacular: prime rib, um inusitado purê de batata doce com hortelã e cogumelos da estação. R$ 50,00.

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O fechamento é de ouro: crepe de doce de leite com sorvete…tudo polvilhado com canela.

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Outras tábuas, a volta do talharim de espinafre com molho de gorgonzola e tostex de banana com nutella são mais novidades do cardápio. Tão bom quanto os novos pratos da casa é saber que a Tabacaria Benvenuto conquistou seu público fiel para a posteridade. Inclui-se o Culinarismo! <3

 

Tabacaria Benvenuto

Nota no Foursquare: 8,6 de 10

Nota no Trip Advisor: 4,5 de 5


Rua Dante Grossi, 249, Garibaldi

Aberto de terça a sábado, das 11:30 às 13:30 e das 18:30 à meia noite

Facebook: clique aqui!

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Memorável experiência na Locanda di Lucca

Essa é uma história que começa pelo final. Lá pelo terceiro prato, depois do brinde, da modinha italiana embalada pelo acordeão e da lareira acesa, o anfitrião da Locanda di Lucca conseguiu emocionar com poucas palavras. Edgar Giordani falou do amor com que se recebe as pessoas ali e do profundo respeito à natureza em cada processo – desde a escolha e preparo dos alimentos até a mínima intervenção na casa centenária que abriga o restaurante. Senti verdade. E ele terminou com uma frase tocante: “Não posso servir ao meu irmão alimento envenenado”.

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A partir daí, a Locanda di Lucca ganhou uma fã e uma embaixadora. Eu sempre me apaixono pelos restaurantes que tratam a comida como um tesouro cultural e não pura e simplesmente como um negócio. Porque alimentar as pessoas é estar amarrado na vida delas, nem que seja por um instante fugaz, um domingo de sol, um jantar de aniversário. Isso é bem mais que vender banana, entende?

Não vou me alongar nisso. Vamos ao que interessa sobre Locanda di Lucca. É um restaurante orgânico, no interior de Bento Gonçalves – precisamente no interior do distrito de São Pedro, numa casa centenária que foi minimamente modificada para abrigar o restaurante, inaugurado em maio de 2016 e aberto somente aos sábados e domingos, preferencialmente sob reserva. Grupos são bem-vindos durante a semana também.

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O mobiliário e a decoração acompanham a filosofia de preservação histórica – afinal, os anfitriões são um enólogo e uma arquiteta doutoranda Paisagem Cultural Vitícola na Serra Gaúcha pela UFRGS. O menu degustação é sazonal, como tudo que é orgânico e os conceitos de produção biodinâmica também permeiam o menu. Em lugar de destaque no salão, o quadro do movimento Slow Food reforça aos visitantes que ali se faz comida com respeito à natureza.

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Antes do que se come, preciso contar que a Locanda di Lucca não vende água (a água saborizada da fonte está inclusa no menu degustação); não vende refrigerante e concentra sua carta de vinhos na produção nacional. Edgar está trabalhando numa produção de vinhos e espumantes biodinâmicos da casa para o futuro. Tudo faz parte da filosofia do lugar, como a entrada: lascas de pão orgânico com caponata também orgânica com tudo o que é produzido na propriedade.

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Enquanto o anfitrião acendia a lareira, veio a sopa de cabotiá, com crispy de copa e lascas de queijo cichelero, que ele faz questão de dizer que não é orgânico, pois ele ainda busca um bom fornecedor nesse sentido.

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Expressando o trabalho da casa com pancs – as plantas alimentícias não-convencionais – o primeiro prato é uma tortinha com massa de batata cará orgânica e farina de beterraba, recheada com creme de brócolis e radicci selvagem. Cenouras crocantes com muçarela fresca e um azeite e alta qualidade completam o prato, que se apresenta com a aquarela de um artista.

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A salada também não é qualquer salada. Aqui, as folhas orgânicas são temperadas com suco de laranjas orgânicas e o mel da Locanda di Lucca, que é um cuidadoso trabalho do anfitrião nos princípios da produção biodinâmica.

DSC_3889O segundo prato traz arroz sete grãos biodinâmico e uma experiência quase inenarrável com essa costelinha de porco temperada com coisas da casa e cozida lentamente na panela, com o charme do crispy de couve e um purê de pera que entrega uma surpreendente acidez ao prato. Realmente Edgar tinha toda a razão quando disse que se tratava de um grande momento gastronômico.

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Olha a delicadeza do lugar em preparar um prato especial pra ajudante de Culinarismo <3

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A sobremesa é um tesouro da casa com grande sabor, aroma e identidade. O sorvete de mel biodinâmico é servido com farofa de esfregolá, geleia de laranjinha kinkan e calda de merlot.

Toda a experiência custa R$ 98,00 por pessoa. Apenas vá!

Locanda di Lucca

Nota no Google: 5,0 de 5,0

Nota no Foursquare: ainda não possui avaliações suficientes para pontuar

Nota no Trip Advisor: 5,0 de 5,0

Linha Palmeiro 340, distrito de São Pedro, Bento Gonçalves – RS

Aberto aos sábados e domingos, das 11:00 às 19:00. Aceita reservas de grupos para outros dias

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O nobre pão da Pannero Panetteria

O chef boulanger é um especialista em pães, doces e bolos. É como um chef de cozinha, que assina o menu, chefia o preparo, coordena a equipe. Mas, em vez das panelas, a sua especialidade é o forno.

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Finalmente, depois de esperar baixar a poeira, fui conhecer os dotes da chef boulanger Arlete Viel na Pannero Panetteria, em Bento Gonçalves.

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De fato, é irrepreensível a qualidade da panificação. Existe uma variedade considerável de pães pra comprar e levar – diferentes especialidades em cada dia da semana. A proprietária, especialista em panificação de fermentação natural, realmente imprime identidade às receitas. São pães nobres.

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Também elogiável é o cardápio de sanduíches gourmet no pão ciabatta, servidos quentinhos, empratados simpaticamente com guardanapos de qualidade (não sei se isso interessaria a alguém, mas são detalhes que não passam impunes a mim).

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A nova localização da Pannero, que já funcionou em outro endereço, é outro aspecto a se considerar. O espaço é realmente bonito e as vidraças dão vista privilegiada da cidade. No anoitecer, as luzes são lindas. Tudo isso, antes de admitir que o atendimento ainda carece de aparas.

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Joana aprovou o chocolate quente…

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E provamos dois dos sanduíches. Queijo quark, lombo canadense e damasco: R$ 17,00. O sabor é delicado, muito bom mesmo pra quem gosta da mistura doce/salgado.

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Mais marcante e salgadinho é o sanduíche de gorgonzola, peito de frango defumado e alface americana, acompanhado de molho de mostarda e mel. Também R$ 17,00.

 

Pannero Panetteria

Nota no Google: 4,2 de 5,0

Nota no Foursquare: sem avaliações suficientes

Nota no Trip Advisor: 4,5 de 5

 

 

Rua General Góes Monteiro, 769 – São Francisco
95703-052 Bento Gonçalves (Rio Grande do Sul)

Aberto de terça a domingo, das 8h às 19h30min

(54) 3055-4595

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Culinária com uma pitada de jornalismo. Bento Gonçalves, Serra Gaúcha.