Arquivo da categoria: Sopas

DiPaolo: o mesmo sabor, ainda mais comodidade

A primeira unidade do Grupo DiPaolo, entre Bento e Garibaldi, no Castelo Benvenutti, está de cara nova. Novos ambientes e um cantinho de diversão para as crianças, mas o sabor continua o mesmo: incomparável. Porque a verdade é essa. Nessa terra repleta de boa comida, temos muito o que elogiar, mas é preciso admitir a excelência desse galeto e do queijinho à dorê. Continue lendo DiPaolo: o mesmo sabor, ainda mais comodidade

Um abuso de almoço no único restaurante giratório do país!

Esse post tem o apoio de SEGH – Uva e Vinho

Almoçar a 60 metros de altura, com uma vista panorâmica da Serra Gaúcha e fartamente servido em um rodízio que parece não ter fim já seria espetacular se a atração principal não fosse outra: o restaurante fica girando enquanto você come – lenta e constantemente, num giro de 360º que leva algo em torno de duas horas. O Restaurante Giratório Mascaron já é um clássico em Veranópolis, com todos os méritos. É uma experiência bem inusitada.

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O elevador panorâmico que leva ao salão dá ideia da altura que espera o cliente. Chegando ao restaurante, a primeira impressão é a mais iluminada possível. Quanto mais ensolarado o dia, mais bonita fica a vista. Na verdade, mal se percebe que a área das mesas está em movimento. O giro é calculadamente lento, para não atrapalhar a refeição.

DSC_0181 Em diferentes lugares do salão, pontos cardeais mostram a cidade mais próxima e a distância até ela. Apenas o perímetro mais externo do restaurante, onde estão as mesas, é que fica girando. A parte central e os vidros ficam estáticos. Então, enquanto você come, vai circulando pelas paisagens de Bento Gonçalves, Caxias, Cotiporã.

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Os primeiros pratos são servidos à mesa. Esses deliciosos pãezinhos com manteiga, caponata e pasta de tomate seco são apenas o começo. Estavam recém-assados, comi praticamente todos e depois amargurei essa decisão precipitada. É um bom ótimo começo, mas que deve ser aproveitado com parcimônia.

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Em seguida, uma sopinha clássica, queijo e salame, aquela coisa bem típica.

 

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Saladas, se você quiser disfarçar um pouco diante da família.

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Depois disso, entra o time do restaurante giratório e, meus amigos, a coisa fica punk. Talvez você precise abrir discretamente um botãozinho da calça. Pode acontecer!

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A sequência de massas certamente tem mais de 10 opções. Joana de olho no canelone, mas pode crer que o risoto de funghi é muito bom e o espaguete a matriciana é de comer rezando. Com muito esforço, consegui provar um pouquinho de cada coisa.

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No revezamento com as massas, vem uma sequência de carnes com muita, muita variedade. Me senti em processo de extrema superação porque também consegui provar um pouquinho de cada. Mas não digo que tenha sido fácil.

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Depois disso, a Joana ainda quis a maior sobremesa da casa.

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Eu, que já estava precisando de ajuda, fiquei feliz em saber que o restaurante giratório tem uma bela carta de licores e chás digestivos.

O Restaurante Giratório Mascaron é um dos empreendimentos da Região Uva e Vinho que integram o Tour da Experiência, um projeto do SEGH – Uva e Vinho em parceria com o Sebrae que valoriza e promove experiências turísticas na Serra Gaúcha e outras quatro regiões no Brasil: Costa do Descobrimento, Caminhos do Brasil Imperial, Bonito e Belém.

Restaurante Giratório Mascaron
RSC 470, Km 178 | Fone: +55 (54) 3441-8350
Veranópolis – Serra Gaúcha – Brasil
Site: acesse aqui!

Inverno e sopas no Dolce Mattina Café

Inverno é aquela dobradinha de vinho e sopa, que a gente complementa com cobertinha de soft e maratona Netflix. Mas isso não significa que você precise se matar na cozinha. Eu, quando mordida pelo bicho da preguiça, pego uma mesa perto da brinquedoteca no Dolce Mattina Café e resolvo ao mesmo tempo a questão do tédio da Joana e da não-louça-pra-lavar.

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Paris: a versão econômica de um estrelado Michelin

Esse post tem apoio de Café Com Arte

 

A Igreja de la Madeleine e seu aspecto de templo romano, sem janelas, sem sinos e com uma estátua de Joana d’Arc no interior, é ponto de visitação obrigatório em Paris. A estética incoerente é intrigante, digna de uma obra construída ao longo de 82 anos e que leva o dedinho de Louis XV, dos anticlericais da Revolução Francesa, de Napoleão e Louis XVIII. Se você estiver em Paris, certamente passará por Madeleine – o que nos leva ao circuito gastronômico a seu redor, onde está um dos tesouros da Cidade Luz, um restaurante que tem sempre 2 ou 3 estrelas Michelin, mas oferece um anexo muito mais acessível, onde, ainda assim, tive uma bela experiência.

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Lucas Carton é um dos primeiros restaurantes gastronômicos de Paris, aberto em 1880 e adorado pelos parisienses na Belle Époque. Em 1933, quando o Guia Michelin passou a conferir 3 estrelas, foi um dos primeiros a receber a honraria. Com algumas mudanças de dono e estilo, o restaurante escreveu seu nome na história da gastronomia francesa. Seu salão, concorridíssimo, tem vista direta para Madeleine.

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É uma tentação ceder a esse luxo, mas é possível conhecer uma versão mais econômica por uma portinha lateral que leva para ao superior do restaurante, onde fica o Le Marché de Lucas.

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Tratamento de princesa em um salão com não mais do que 10 mesas e também uma bela vista. E o melhor de tudo: menu degustação a 45 euros. Dá pra sentir, de uma forma bem mais simplória, claro, do que se trata o restaurante ao lado. Uma boa amostra da alta gastronomia francesa – aqui, apresentada sem complicação, mas muito esmeradamente.

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Três pratos compõem esse menu: a entrada, um creme de cogumelos que dá boas-vindas e esquenta o corpo castigado pelo vento.

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O prato principal, um filé derretendo como manteiga e acompanhado por um clássico purê de batata que eles têm o dom de transformar em uma delícia indecifrável.

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Para a sobremesa, um clássico da patisserie francesa: tartelette de limão. Preço justo para uma pequena amostra do que custaria o dobro. Lembranças de um dezembro memorável.

Le Marché de Lucas 

9 Place de la Madeleine, Paris, França

Site: acesse aqui!

Preparada pro inverno: 5 sopas em 5 dias

Você acha que é fácil almoçar uma sopinha em dia de semana sem recorrer ao buffet a quilo? Eu pensava que sim. Na minha vã filosofia, seria barbada escolher cinco lugares bacanas que servissem sopa no almoço, aproveitar a degustação e contar tudo pra vocês. Mas não foi tão simples quanto imaginei, por dois motivos: o desafio de encontrar cinco sopas para o cotidiano que valham a indicação e o desafio de aguentar a dieta líquida durante uma semana.

Não teve jeito. Tive que estender os testes por mais tempo que o esperado, porque já andava atacando um pacote de bolacha às três da tarde e ultrapassando todos os limites aceitáveis de jantar. Difícil admitir, mas faltou sustância pra aguentar até o fim do dia. Por conta disso e às voltas com outros compromissos, acabei levando três semanas pra terminar o roteiro de sopas.
Mas foi ótimo, porque consegui comparar preços e pontuar ótimas opções pra quem ficou com os pés gelados e precisa esquentar o corpinho ou pra quem passou da conta na noite anterior e quer compensar os excessos. Mas atenção, críticos de plantão: essas sopas, naturalmente, não são todas que existem e talvez nem sejam as melhores, mas são as que se adequaram à proposta do post: almoçar uma sopa em dia de semana sem recorrer ao buffet a quilo.

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Segunda-feira: Creme de moranga Dolce Gusto

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Custa quanto? R$ 9,50, foi o melhor preço.
Mata a fome? Sim, o tamanho foi bem generoso.
Tem complementos? Sim, veio com um pão francês e queijo ralado.
É quentinha? Muito, queimei a boca e tudo.
Vale a pena? Com certeza! Eu achava que sabia fazer um bom creme de moranga até comer o da Dolce Gusto. Adorei o preço, o tamanho da porção e o sabor. Estava absolutamente cremoso e o toque sutil de gorgonzola fez diferença.

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Terça-feira: Creme de cogumelos na Cafeelato, L’América Shopping
Sem site, sem fanpage
Custa quanto? No pão, R$ 18,00; sem pão, 15,00. Achei caro.
Mata a fome? Com certeza, mas a maior parte é pão.
Tem complementos? Queijo ralado e pão.
É quentinha? Sim, estava quente.
Vale a pena? Vale. Achei o preço salgadinho, mas foi o lugar com mais variedades de sopa. As opções variam de acordo com o dia, mas quando estive lá havia de alho poró, batata com frango, capeletti, aspargos e a que comi, mix de cogumelos.

 sopas caf do armazem

Quarta-feira: Sopinha de legumes Café do Armazém

Face
Custa quanto? R$ 10,00, o preço é bom.
Mata a fome? São legumes, né? Matam a fome por algum tempo.
Tem complementos? Sim, veio com um queijinho muito bom e fatias de pão.
É quentinha? Estava no ponto.
Vale a pena? É o tipo de sopa que vale a pena pra desintoxicar. Eu, por exemplo, devia comer uma dessas por semana. Convenhamos, pessoal, sopa de capeleti é bom mas não ajuda na dieta de ninguém! Importante: o Café do Armazém serve sopa somente nas quartas ao meio-dia, mas sempre tem opções legais pra almoçar (pratos prontos). Nesse dia, era um deslumbrante bauru ao prato que não tive o prazer de desfrutar para não fugir ao foco do post.

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Quinta-feira: Caldinho de feijão no Temperos e Sabores

Face
Custa quanto? R$ 13,90.
Mata a fome? Sim, é bem, servida.
Tem complementos? Veio com potinhos de queijo ralado, temperinho verde e bacon, além de um pãozinho feito na hora.
É quentinha? Sim, estava no ponto.
Vale a pena? Muito, foi a melhor de todas. Estava bem temperada, saborosa e aqueceu o corpo.

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Sexta-feira: Sopa de capeleti Canta Maria Expresso
Site | Face
Custa quanto? R$ 15,50. Não foi o melhor preço, mas foi a maior porção. Daria pra servir tranquilamente duas pessoas normais. No meu caso, comi muito e sobrou um pouco pra levar.
Mata a fome? Certamente e o capeleti estava divinamente temperadinho.
Tem complementos? Queijo ralado e pão, como de costume, mas foi o único lugar que serviu pão caseiro estilo colonial.
É quentinha? Perfeitamente quente.
Vale a pena? Tudo no Canta Maria Express vale a pena. Ponto final.